O EcoFlake nasce exatamente dessa visão.
O EcoFlake nasce exatamente dessa visão.
Sustentabilidade na indústria exige mais do que boas intenções. Exige decisão técnica, investimento e visão estratégica sobre o que realmente significa reaproveitar materiais
O EcoFlake nasce exatamente dessa visão.
Desenvolvido com aproximadamente 80% de materiais reciclados pós-industriais, sua composição majoritária é EVA com tecido de poliéster, provenientes de retalhos do próprio processo produtivo — como cortes anatômicos de palmilhas e bordas de peças.
Na JOMO, não utilizamos o termo “resíduo”. O que existe é matéria-prima que ainda pode ser plenamente aproveitada.
Pós-industrial: uma escolha consciente
O EcoFlake nasce exatamente dessa visão.
Existe uma tendência de valorizar exclusivamente o pós-consumo. Respeitamos essa abordagem, mas defendemos que o pós-industrial também precisa ser fortalecido.
Muitos retalhos industriais possuem qualidade técnica superior e grande potencial de reaproveitamento. Descartá-los significa desperdiçar energia, processo e material de alto valor agregado.
Enquanto alguns materiais podem ser facilmente reintroduzidos no mesmo processo produtivo, outros exigem engenharia de aglomeração, controle de densidade e estudo de comportamento mecânico para se transformarem em uma nova matéria-prima viável.
É nesse ponto que entra a inovação.
O EcoFlake não é apenas reaproveitamento. É a criação de uma nova base material.
Engenharia aplicada: como o EcoFlake é estruturado
A partir da aglomeração controlada de partículas de EVA com tecido de poliéster, criamos uma matéria-prima com:
- Estrutura técnica estável
- Boa resistência mecânica
- Possibilidade de aplicação plana ou moldada
- Identidade visual própria
Ele pode ser utilizado na produção de:
- Palmilhas e entressolas para sandálias
- Necessaires
A estética como diferencial natural
A principal característica visual do EcoFlake é sua coloração vibrante e multifacetada, resultado direto da origem dos materiais.
Cada lote carrega uma composição única de cores. Dependendo da disponibilidade produtiva, é possível direcionar tonalidades específicas conforme a disponibilidade.
O resultado é um material que comunica sua origem de forma espontânea. Sua própria aparência traduz reaproveitamento inteligente.
Conclusão
Sustentabilidade aplicada não é sobre descartar menos. É sobre pensar melhor.
Quando o pós-industrial é tratado como potencial, surgem soluções que unem engenharia, estética e responsabilidade.
O EcoFlake é a prova de que inovação começa dentro da própria fábrica.